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07/08/2010
06/08/2010
AÍ ESTÁ O 1º DA ÉPOCA
FPF
Teste 2ª Categoria
Tomar, 06 Agosto 2010
1. No decorrer de um jogo de futebol a barra transversal partiu-se. Como deve proceder o árbitro?
2. Já dentro do terreno de jogo, mas antes deste se iniciar, o árbitro, se houver motivo para tal:
a) só poderá exibir o cartão amarelo;
b) só poderá exibir o cartão vermelho;
c) poderá exibir o cartão amarelo ou o vermelho;
d) não poderá exibir nenhum cartão.
Das respostas dadas, qual a correcta?
3. Como sabe o árbitro pode revogar uma sua decisão desde que o faça antes do jogo ter sido recomeçado. O que poderá levar o árbitro a essa revogação? Diga duas hipóteses possíveis.
4. Um árbitro assistente assinala erradamente um fora-de-jogo, mas de imediato apercebe-se do seu próprio erro e com as mãos dá sinal ao árbitro. Entretanto o árbitro já tinha apitado assim que viu a bandeira no ar. Que procedimento deverá tomar então?
5. Um jogador fica ligeiramente magoado devido a uma entrada mais dura de um jogador adversário. Já com o jogo interrompido, o árbitro permite a entrada da equipa médica para assistir o jogador, mas não solicita a entrada da maca. Acha que procedeu bem? Porquê?
6. Num pontapé livre perto da área de grande penalidade, um defensor, quese encontrava junto do guarda-redes, abandona propositadamente o campo no preciso momento em que foi executado o referido livre, fazendo com que um contrário que estava junto a si tivesse ficado em posição de fora-de-jogo. A bola foi pontapeada para esse jogador que, de cabeça, obteve golo. Que decidir? Porquê?
7. Um dirigente do clube visitado agrediu cim um pontapé um dos árbitros assistentes, o qual, por esse motivo, não ficou em condições de continuar em funções. Face a isso, o árbitro foi à bancada convidar uma pessoa da sua confiança, não árbitro, para exercer as funções de assistente. Note-se que no público se encontravam vários árbitros oficiais a assistir ao jogo. Considera correcto oui incorrecto o procedimento do árbitro? Justifique.
8. ”A lei 9 restringe alguns dos poderes do árbitro”. Concorda ou não com esta afirmação? Porquê?
9. No final da 1ª parte o árbitro apita para terminar quando ainda faltavam cerca de três minutos. Quando se dirigia para as cabinas, foi alertado do seu lapso pelos seus dois assistentes. Como entende o procedimento a tomar pelo árbitro?
10. Ocapitão de uma equipa teve de abandonar o jogo devido a ter-se lesionado, sendo as suas funções ocupadas pelo sub-capitão. Passado algum tempo o citado capitão regressa ao jogo. Será obrigatório ocupar de novo o lugar de capitão, ou pode continuar o seu colega a desempenhar essa missão?
11. Um jogador entra em tacle sobre um adversário qu conduz a bola. Devido à relva estar molhada, ao deslizar, desvia a bola pela linha lateral, atingindo ao de leve e sem perigo, os pés do adversário, mas o suficiente para este cair. O árbitro ordenou um lançamento da linha lateral. Concorda com a sua decisão? Justifique.
12. Um jogador, que conduz a bola perto do banco da equipa adversária, completamente isolado, escorrega e cai sobre a bola. Do banco vieram alguns sorrisos de troça. Então, o desastrado jogador agarra a bola com as mãos e atira-a agressivamente à cara de um dos suplentes que estava sentado no banco. O árbitro expulsou esse jogador por conduta violenta e puniu a sua equipa com um pontapé livre directo no local da infracção. Terá o árbitro agido correctamente? Porquê?
13. Que condições legais se devem verificar para levar o árbitro a conceder um pontapé livre directo à equipa adversária do jogador que passa ou tenta passar uma rasteira a um adversário?
14. O gusrds-redes acaba de fazer uma defesa e prontamente chuta a bola para a frente, a qual, devido ao forte vento que se fazia sentir, regressa na direcção da baliza. Atrapalhado, o guarda-redes, consegue socá-la defeituosamente, indo parar a um avançado que aproveita a oferta e faz golo. Que decisão deverá tomar o árbitro?
15. Genericamente, nos recomeços de jogo, os adversários de quem os executa tem de se colocar pelo menos a 9,15metros da bola. Refira 2 excepções a esta afirmação.
16. Um espectador entra em terreno de jogo e agarra o jogador que perseguia a bola para ela não entrar na sua baliza, impedindo-a de o conseguir. Como deverá proceder o árbitro se a bola acabou por entrar na baliza?
17. Um jogador atacante é rasteirado por um defensor contrário na área de grande penalidade deste, tendo ficado lesionado e solicitada assistência medica. Por tal motivo foi retirado para fora do rectângulo. Como ele recuperou de imediato, poderá esse jogador reentrar para marcar a grande penalidade? Justifique.
18. Ao marcar-se uma grande penalidade, o guarda redes movimenta-se antes da bola partir. A bola foi ao lado e o árbitro assinalou pontapé de baliza. Que razão encontra para justificar a decisão do árbitro, partindo do principio que ela foi correcta?
19. Um jogador executa um pontapé de grande penalidade antes do árbitro dar o sinal para a sua execução. Qual deve ser o procedimento do árbitro se:
a) a bola foi para fora;
b) guarda-redes defendeu a bola;
c) a bola entrou na baliza.
20. Um jogador executa um pontapé de baliza e volta atocar uma 2ªvez a bola antes de qualquer outro lhe tocar. O Arbitro pode rá tomar, entre outras, uma das seguintes decisões:
a) punir a equipa do jogador com um pontap´e livre indirecto;
b) punir com livre directo;
c) ordenar a repetição do pontapé.
Apresente razão de cada uma destas decisões.
28/07/2010
FPF entrevistou Olegário Benquerença

fpf.pt: Que balanço faz da sua participação no Campeonato do Mundo, na África do Sul?
Olegário Benquerença: O balanço oficial foi já feito pelos responsáveis da FIFA, tendo sido considerado bastante positivo. Eu não deixo de concordar com essa análise, pois após 64 jogos de alta responsabilidade e com a pressão e mediatismo próprios duma competição deste nível, verifica-se que apenas dois ou três tiveram decisões infelizes com consequências nos resultados finais dos encontros. Tal como as equipas não conseguem taxas de sucesso a rondar os cem por cento, não é razoável exigir esse patamar aos árbitros. O importante para o sector da arbitragem é conseguir, no final da competição, que não se fale dos árbitros como factores perturbadores do nível do torneio. Este Mundial permitiu ainda o aparecimento de alguns jovens árbitros oriundos de países menos cotados futebolisticamente e que mostraram uma evolução significativa do nível médio da arbitragem à escala mundial.
Olegário Benquerença: Na minha memória perdurarão três ou quatro momentos de grande significado pessoal e desportivo. Sempre me disseram que, independentemente da experiência internacional que cada um de nós possa ter, arbitrar num Mundial é sempre uma sensação incomparável. Hoje posso testemunhá-lo e afirmar que toda a envolvência desta competição é diferente. O facto de ficar associado ao primeiro Campeonato disputado no continente africano e a cordialidade com que todo o povo africano nos recebeu, são também momentos de eternidade. Por último, jamais poderei esquecer as emoções vividas no meu último jogo, talvez o que mais paixão despertou naquele povo, pois tratava-se da possibilidade da última equipa africana seguir para as meias-finais. Após 120 minutos de alta tensão e um barulho infernal de vuvuzelas, terminar o jogo com uma decisão crucial e ficar na história do campeonato pela discussão moral que essa decisão trouxe, foram momentos indescritíveis.
Olegário Benquerença: O ambiente é fantástico dentro da nossa equipa. Não podemos esquecer que este grupo trabalhou durante três anos em permanente contacto, quer em Seminários de preparação, quer ainda nas competições FIFA que existiram neste período. Foram dadas todas as condições técnicas, logísticas, mentais e físicas para que pudéssemos chegar a esta fase e render o máximo das nossas capacidades individuais. É impensável afirmar que seria possível passar pela competição e não ser alvo de críticas, tanto mais que, algumas vezes, as equipas tendem a desviar atenções para minimizar os seus insucessos, recorrendo à arbitragem como seu alvo preferencial. Também aqui nós mostramos a nossa força mental, a que não é alheio o facto de contarmos com técnicos especializados nesta área e que nos deram as ferramentas necessárias para ultrapassar esses momentos. O grupo viveu intensamente os resultados individuais de cada membro, partilhando alegrias e tristezas de uma forma bastante saudável.
fpf.pt: Ficou satisfeito com o reconhecimento, a nível nacional e não apenas desportivo, que a sua presença na África do Sul teve?
Olegário Benquerença: Sim, claro. Quem está por dentro do sector sabe que não é normal, por exemplo, os responsáveis do poder político olharem para nós como embaixadores do país ou como atletas equiparados aos jogadores. O Senhor Secretário de Estado da Juventude e Desporto é um homem com um passado ligado ao Desporto e sabe a importância que tem neste contexto. Gostaria de referir que o seu apoio não foi circunstancial ou de oportunismo político pela nossa participação ter sido positiva. Muito antes deste momento, fomos merecedores de palavras de incentivo, algumas delas anteriores à própria decisão da FIFA sobre a nossa participação. Durante todo o campeonato, antes e após cada jogo, sempre teve uma palavra connosco e demonstrou um interesse sincero na nossa campanha. A arbitragem no geral e a minha equipa em particular, bem podem agradecer este apoio e esta promoção pública, pois servirá de exemplo para alguns detractores desta causa. Por último e porque é também da mais elementar justiça fazê-lo, quero agradecer o fax que nos foi remetido pelo Senhor Presidente da Republica, no qual também nos manifestou o seu apoio e confiança.
fpf.pt: Como foi o seu regresso a Portugal, depois do Mundial?
fpf.pt: Depois de ter chegado a este patamar, que ambições tem para a sua carreira? Que novos desafios o poderiam aliciar?
Olegário Benquerença: Essa é uma questão muito interessante. Estar num Mundial era, de facto, um objectivo e um sonho de vida. Ter conseguido materializar o sonho poderia levar-me a adormecer ou a ficar deslumbrado. Contudo, esta oportunidade apenas me trouxe mais responsabilidade e vontade de mostrar que a minha ida não foi um acaso. Quero continuar a trabalhar para repetir esta experiência, não esquecendo ainda as competições da UEFA, onde quero continuar a participar ao mais alto nível.
Olegário Benquerença: O desejo de sempre. Continuar a merecer a confiança das instâncias nacionais e internacionais para ser nomeado para os jogos das competições a que estou ligado. O Mundial é já passado e do passado vivem os Museus. Quero continuar a trabalhar afincadamente para estar preparado e poder ser seleccionado para o Euro 2012 e Mundial de 2014, não esquecendo também as nossas competições internas. Gostaria ainda que a época que se avizinha fosse de pacificação da arbitragem, externa e internamente, desejando ainda que fosse, finalmente, resolvido o problema grave que afecta o sector e que poderá por em causa participações futuras de árbitros portugueses em Mundiais. Falo, naturalmente, da fiscalidade e regulamentação da actividade, grandes obstáculos no recrutamento de jovens para a arbitragem e que, a médio prazo, irão criar um vazio nos quadros nacionais.
22/07/2010
II Internato NAFFF
O Núcleo lamenta o facto, estando já a trabalhar de forma a encontrar uma alternativa para a realização do referido Internato.
Contamos solucionar o problema o mais rápido possível de forma a marcar uma nova data.
José Rodrigues
20/07/2010
17/07/2010
AFC TEM NOVA SEDE
EMITIDA EM 16.07.2010 PELO CONSELHO DE ARBITRAGEM
DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE COIMBRA,
A NOVA SEDE DA AFC E CONSELHO DE ARBITRAGEM PASSOU A SER,
DESDE O DIA 13.07.2010, NO SEGUINTE LOCAL:
ESTÁDIO MUNICIPAL SÉRGIO CONCEIÇÃO
RUA S. LOURENÇO - QTª DO RELÓGIO
3045-478 TAVEIRO